Desapareceram exames cardíacos da bebé que morreu na Guarda
Investigadores sem possibilidade de acesso a prova considerada essencial.
É, por isso considerado um meio de prova essencial para se perceber o que aconteceu no serviço de obstetrícia, mas a Unidade Local de Saúde da Guarda informou esta semana o Ministério Público de que os exames realizados neste caso se extraviaram. Os investigadores ficam assim impedidos de saber em que condição estava a bebé de 37 semanas, na véspera e no dia em que Cláudia Costa entrou de emergência na unidade de saúde, em trabalho de parto. O caso aconteceu a 16 de fevereiro. Mas há mais problemas para a investigação. Os inspetores da PJ também ainda não conseguiram ter acesso às imagens de videovigilância que comprovariam o tempo de espera a que mãe, que entrou no hospital em trabalho de parto, foi sujeita. Os serviços alegam dificuldades técnicas para não disponibilizar as referidas imagens. O caso está a ser investigado pelo Ministério Público e o próprio hospital abriu um inquérito interno.
É, por isso considerado um meio de prova essencial para se perceber o que aconteceu no serviço de obstetrícia, mas a Unidade Local de Saúde da Guarda informou esta semana o Ministério Público de que os exames realizados neste caso se extraviaram. Os investigadores ficam assim impedidos de saber em que condição estava a bebé de 37 semanas, na véspera e no dia em que Cláudia Costa entrou de emergência na unidade de saúde, em trabalho de parto. O caso aconteceu a 16 de fevereiro.
Mas há mais problemas para a investigação. Os inspetores da PJ também ainda não conseguiram ter acesso às imagens de videovigilância que comprovariam o tempo de espera a que mãe, que entrou no hospital em trabalho de parto, foi sujeita. Os serviços alegam dificuldades técnicas para não disponibilizar as referidas imagens.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt