Desapareceram exames cardíacos da bebé que morreu na Guarda

Investigadores sem possibilidade de acesso a prova considerada essencial.

25 de fevereiro de 2017 às 08:07
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É, por isso considerado um meio de prova essencial para se perceber o que aconteceu no serviço de obstetrícia, mas a Unidade Local de Saúde da Guarda informou esta semana o Ministério Público de que os exames realizados neste caso se extraviaram. Os investigadores ficam assim impedidos de saber em que condição estava a bebé de 37 semanas, na véspera e no dia em que Cláudia Costa entrou de emergência na unidade de saúde, em trabalho de parto. O caso aconteceu a 16 de fevereiro.

Mas há mais problemas para a investigação. Os inspetores da PJ também ainda não conseguiram ter acesso às imagens de videovigilância que comprovariam o tempo de espera a que mãe, que entrou no hospital em trabalho de parto, foi sujeita. Os serviços alegam dificuldades técnicas para não disponibilizar as referidas imagens.

O caso está a ser investigado pelo Ministério Público e o próprio hospital abriu um inquérito interno.

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É, por isso considerado um meio de prova essencial para se perceber o que aconteceu no serviço de obstetrícia, mas a Unidade Local de Saúde da Guarda informou esta semana o Ministério Público de que os exames realizados neste caso se extraviaram. Os investigadores ficam assim impedidos de saber em que condição estava a bebé de 37 semanas, na véspera e no dia em que Cláudia Costa entrou de emergência na unidade de saúde, em trabalho de parto. O caso aconteceu a 16 de fevereiro.

Mas há mais problemas para a investigação. Os inspetores da PJ também ainda não conseguiram ter acesso às imagens de videovigilância que comprovariam o tempo de espera a que mãe, que entrou no hospital em trabalho de parto, foi sujeita. Os serviços alegam dificuldades técnicas para não disponibilizar as referidas imagens.

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