Dois casos de Covid-19 na recruta da Força Aérea
Infeções ocorreram "por contacto familiar", assegura o ramo militar.
Dois recrutas da Força Aérea, que iniciaram a formação sexta-feira, na Ota, deram positivo para a Covid-19, obrigando a colocar 17 dos 400 instruendos em isolamento para rastreio (8 já deram negativos e 9 aguardavam esta terça-feira o resultado), apurou o CM junto da Força Aérea.
As infeções ocorreram "por contacto familiar", assegura o ramo militar. Na recruta é obrigatória máscara e higienização e os pelotões funcionam como "bolhas". "Toda a atividade foi adaptada e regulada para impedir o cruzamento de instruendos de pelotões diferentes", afirma.
"Para esta recruta foram implementadas as medidas gerais recomendadas pela Direção-Geral da Saúde, entre as quais, a permanente obrigatoriedade do uso de máscara, o distanciamento físico mínimo, a higienização frequente das mãos e a etiqueta respiratória", explica a Força Aérea.
"Todos os dias, para além da medição de temperatura, os instruendos preenchem um questionário de carácter epidemiológico, devidamente autorizado por uma comissão de ética, com o objetivo de identificar precocemente casos suspeitos. A Força Aérea mantém os instruendos permanentemente informados das regras em vigor, compelindo-os a adotar as medidas de proteção e a cumprir os procedimentos adequados perante caso suspeito", assegura.
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