A maioria dos arrendamentos que estão a ser praticados no Algarve são “incomportáveis para os professores que concorrem para a região. Além disso, a maioria dos senhorios só arrenda até junho”. Quem o diz é Lídia Fernandes, colocada numa escola de Quarteira. A professora, de 41 anos, de Ponte de Barca, conseguiu “um apartamento em agosto, com a condição de entrar só no meio de setembro”.
Nazaré Quitéria, de 62 anos, colocada numa escola de Lagos, vinda de Ourique, demorou “um mês” a conseguir casa. Primeiro arranjou “uma garagem adaptada, sem contrato, por 450 €”. Após muitos contactos, conseguiu um T1, por 400 €. Carla Gomes partilha um T2 em Portimão e paga 800 €. “É uma renda elevada”, diz.
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