Equipa do Planetário de Espinho com ação na Praia da Baía durante eclipse

Fenómeno previsto para o período entre as 18h35 e as 20h25.

06 de agosto de 2026 às 11:14
Equipa do Planetário de Espinho com ação na Praia da Baía durante eclipse Foto: tertúlia Fauna selvagem Paulo Cortez, cientista do Centro de Investigação de Montanha, do Instituto Politécnico de Bragança, participa na próxima segunda-feira num encontro intitulado ‘Efeito do Eclipse Total do Sol na Fauna Selvagem’ entre as 17h00 e as 18h00, na casa da Seda – Centro Ciência Viva de Bragança. Planetário sessões de 25 minutos Na próxima terça-feira serão realizadas em Bragança sessões imersivas de 25 minutos no planetário portátil para uma melhor compreensão de um eclipse do Sol. Ações decorre no Pavilhão do Instituto Português do Desporto. Trabalho é coordenado por Filipe Pires, diretor do Planetário do Porto – Centro Ciência Viva.
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Astrónomos e outros profissionais do Planetário de Espinho vão promover, na quarta-feira, uma ação gratuita na Praia da Baía para ajudar o público a observar e perceber o eclipse solar, que nessa localização deverá ocultar 98% do sol.

Segundo revela a equipa do Centro Multimeios de Espinho, onde está instalado um dos quatro planetários existentes em Portugal, a operação dependerá das condições climatéricas, mas, se o céu estiver limpo, o fenómeno previsto para o período entre as 18:35 e as 20:25 atingirá nesse concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto um dos maiores níveis de ocultação previstos para o território nacional.

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"Em Portugal Continental, a ocultação máxima do sol variará entre os 92% e os 100%, enquanto nos arquipélagos dos Açores e da Madeira ficará entre os 72% e os 79%. Em Espinho, a ocultação será de 98%", antecipa o Planetário.

Para acompanhar essa passagem da lua em frente ao sol, e "se as condições atmosféricas o permitirem", a equipa da casa estará durante a tarde na marginal da cidade, também conhecida como Avenida Maia Brenha, junto à escadaria principal da Praia da Baía, para aí "contextualizar o fenómeno e receber todos os que queiram vivenciar este espetáculo em total segurança".

Os mesmos profissionais alertam, entretanto, que nunca se deve observar o sol diretamente nem com filtros improvisados, devido ao risco de lesões oculares, pelo que a população deve usar óculos específicos para o efeito -- disponíveis em farmácias, por exemplo -- ou recorrer a mecanismos alternativos.

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"Óculos escuros não servem", garantem os astrónomos do Planetário.

Os mesmos profissionais realçam que, na ausência de lentes especializadas, é preferível observar o fenómeno através de métodos como o do espelho, que, apontado ao eclipse e refletindo-o numa parede lisa, projetará nessa superfície as movimentações do sol e da lua.

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