Ex-presidente da AGIF destaca pressão no mercado de aluguer de meios aéreos
Tiago Oliveira afirmou não ter conhecimento deste tipo de ilícitos, mas relembrou que "qualquer aquisição ou aluguer de meios à escala nacional deve ser precedida de uma avaliação custo-benefício".
O ex-presidente da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), Tiago Oliveira, defendeu esta quarta-feira menos meios aéreos a combater os incêndios, destacando a pressão que existe no mercado internacional para aumentar os preços de aluguer.
Na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aos negócios dos incêndios rurais, Tiago Oliveira afirmou não ter conhecimento deste tipo de ilícitos, mas relembrou os resultados de um estudo encomendado pela AGIF que concluiu que "qualquer aquisição ou aluguer de meios à escala nacional deve ser precedida de uma avaliação custo-benefício".
"O negócio das empresas de meios aéreos é ir realugar meios lá fora e colocá-los à disposição do Estado português ou da ANEPC [Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil]. Eles não têm os meios próprios. Portanto, quanto mais meios vão ter que alocar, mais atividade vão ter no aluguer de recurso", disse, em resposta ao deputado do PS Pedro Vaz.
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