Falhas de proteção e de manutenção explicam rutura do dique do Mondego
Grupo de trabalho da Universidade de Coimbra analisou cheias de fevereiro.
O não funcionamento ou funcionamento incompleto dos órgãos de proteção originou a rutura do dique do rio Mondego, em Coimbra, concluiu o grupo de trabalho da Universidade de Coimbra (UC) que analisou as cheias de fevereiro.
As conclusões preliminares da análise realizada pelo grupo de trabalho liderado pelo antigo reitor da UC Fernando Seabra Santos foram esta sexta-feira apresentadas no colóquio "As Cheias do Mondego", no Departamento de Engenharia Civil da UC.
Segundo um documento a que a agência Lusa teve acesso, a primeira e mais importante razão que explica a rutura do dique dos Casais, na margem direita do Mondego, "é o não funcionamento, ou funcionamento incompleto, dos órgãos de proteção".
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