Feiródromo do Porto terá 152 bancas
Implica um investimento de 550 mil euros e deverá ficar concluído em abril do próximo ano.
“Sem perder o espírito da Vandoma, vamos transformá-la numa feira do século XXI.” O desafio de Ricardo Valente, vereador da Câmara do Porto, resume o que a autarquia pretende com o Feiródromo, um espaço que albergará as feiras da Vandoma e do Cerco, num terreno em frente à estação de metro Nasoni, Campanhã, e que poderá receber 152 comerciantes. Implica um investimento de 550 mil euros e deverá ficar concluído em abril do próximo ano.
As bancas fixas terão uma “cobertura ligeira” e iluminação pública. “Vamos permitir que as pessoas não estejam à chuva e tenham pontos de ligação elétrica, vamos ter café, sanitários e tratamento de resíduos”, diz o vereador, para o qual o espírito da feira da Vandoma não se perderá.
Entre os comerciantes, 35 são da Feira do Cerco - extinta no final de 2021 e contestada por vendedores. Dois anos depois, a empreitada do novo espaço arrancará no final de 2023 - o concurso público deverá ser lançado no verão. “Estamos a contar que, em abril de 2024, tenhamos o equipamento”, indica Ricardo Valente. A demora gerou críticas dos vereadores da CDU e do Bloco de Esquerda.
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