Greve fecha tribunais de norte a sul do País

Sindicato aponta 80% de adesão no segundo dia de paralisação.

03 de julho de 2018 às 08:28
Funcionários judiciais protestam no segundo dia de greve Foto: Vítor Mota
Funcionários judiciais protestam no segundo dia de greve Foto: Vítor Mota
Funcionários judiciais protestam no segundo dia de greve Foto: Vítor Mota
Funcionários judiciais protestam no segundo dia de greve Foto: Vítor Mota
Funcionários judiciais protestam no segundo dia de greve Foto: Vítor Mota

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O segundo de três dias de greve dos funcionários judiciais, cumprido esta segunda-feira, fechou tribunais de norte a sul do País e adiou "inúmeras diligências". Em causa está a revisão estatuária, aposentação e contagem do tempo de carreira dos funcionários judiciais.

Ao CM, o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Fernando Jorge, revelou que a "adesão rondou os 80%, embora os profissionais tenham assegurado os serviços mínimos".

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Segundo o dirigente, foi no Algarve e nas Regiões Autónomas que a paralisação teve maior expressão. O impacto foi também significativo "na zona Norte, com os tribunais de Viana do Castelo, Barcelos e Espinho a registarem uma adesão de quase 100%". O segundo dia de greve ficou também marcado por um protesto que juntou cerca de duas centenas de funcionários judiciais junto ao Campus da Justiça, em Lisboa.

"Ainda não recebemos qualquer proposta de reunião por parte do Governo e, caso isso não aconteça, acredito que os tribunais venham a parar por muito tempo", frisou Fernando Jorge, sublinhando a importância do Ministério da Justiça "reconhecer a determinação dos profissionais para a luta".

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