Grupo de trabalho sobre o 'apagão' quer autonomia energética de pelo menos 72 horas

"Resiliência deve ser assegurada localmente, de forma seletiva e custo-eficaz, e não através do sobredimensionamento da rede", refere o relatório.

26 de abril de 2026 às 09:42
Prédio na zona das Larajeiras, em Lisboa, volta a ter luz após apagão em Portugal Foto: António Pedro Santos/Lusa
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O grupo de trabalho do parlamento sobre o apagão de 28 de abril do ano passado recomenda que o Governo estabeleça requisitos mínimos de autonomia energética para infraestruturas críticas de pelo menos 72 horas.

Na proposta de relatório do grupo, que tem como relator o deputado do PSD Paulo Moniz e a que a Lusa teve acesso, lê-se que o presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) sublinhou na sua audição que "a resiliência deve ser assegurada localmente, de forma seletiva e custo-eficaz, e não através do sobredimensionamento da rede".

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Assim, indicou, as "infraestruturas críticas --- hospitais, centros de saúde, lares, estruturas de emergência --- devem dispor de soluções autónomas de energia de emergência adequadas às suas cargas críticas específicas".

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