Há 167 cursos com taxa de desemprego inferior a 2%
Cursos de Medicina, Enfermagem ou Tradução Português/Chinês apresentam mesmo taxa de desemprego zero.
Entre os 1147 cursos superiores que estavam disponíveis em Portugal no ano letivo passado, em instituições públicas e privadas, houve 167 que apresentaram uma taxa de desemprego inferior a 2 por cento entre os seus diplomados.
Segundo dados revelados pelo Governo no portal Infocursos, há mesmo 31 cursos com desemprego zero. Entre estas formações contam-se cursos de Enfermagem e Medicina, mas também outros como Tradução Português/ /Chinês ou relacionados com a área da música.
Consulte aqui a lista de vagas de acesso ao Ensino Superior
Para estes cálculos foram considerados os diplomados entre os anos letivos de 2012/13 e 2015/16 que se encontravam desempregados em junho de 2017 ou em dezembro de 2017. Nestas contas não entram as formações com menos de 30 alunos.
No polo oposto estão formações nas quais a taxa de desemprego dos diplomados um ano depois de concluir o curso atingia valores de 30 por cento. Arquitetura, Economia, Turismo e Lazer ou Dietética e Nutrição são alguns dos cursos com maior desemprego.
A percentagem de recém-diplomados inscritos nos centros de emprego desceu em 2018 para 5,5%, face aos 7,2% registados no ano anterior. Uma evolução positiva ligada ao bom desempenho da economia e que tem favorecido quem tem formação superior.
Candidaturas pela net
A senha de acesso deverá ter sido já requerida previamente por cada candidato no site da DGES e entregue na escola ou no Gabinete de Acesso ao Ensino Superior que o estudante escolher, para certificar o seu pedido. Só depois de o pedido ter sido certificado a senha de acesso é enviada por correio eletrónico.
No entanto, o pedido de senha pode ainda ser efetuado até ao final do prazo de candidatura a cada uma das fases. O prazo de candidaturas à primeira fase inicia-se hoje e prolonga-se até ao dia 7 de agosto.
Os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior público serão divulgados no dia 10 de setembro. Nesse mesmo dia arrancam as matrículas e inscrições dos novos estudantes colocados nas universidades e nos institutos superiores politécnicos.
Cada estudante pode concorrer a um máximo de seis pares instituição/curso, isto é, a seis combinações de instituições e cursos, indicadas por ordem de preferência.
A colocação em cada par instituição/curso é feita segundo as listas ordenadas dos candidatos, até estarem esgotadas as vagas disponíveis. A ordenação é feita por ordem decrescente de nota de candidatura.
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