Dos serviços mínimos aos confrontos entre manifestantes e polícias: País voltou a estar a meio-gás em dia de greve geral
CGTP convocou a paralisação geral contra as alterações à lei laboral após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.
Atualizado a 04 de junho de 2026 às 01:08
O que sabemos até agora:
- A greve geral convocada pela CGTP para esta quarta-feira afetou fortemente a maioria dos serviços públicos, com efeitos a prolongarem-se até quinta-feira;
- Serviços mínimos marcados para a CP, TAP, Carris, Metro do Mondego e centros de saúde e hospitais garantiram o funcionamento de algumas ligações ferroviárias, rodoviárias e aéreas, bem como atendimentos urgentes e operações;
- O primeiro-ministro mostrou-se esta quarta-feira convicto de que a “esmagadora maioria dos portugueses que trabalha” trabalhou durante o dia que deixou Portugal a meio-gás;
-CGTP convocou a paralisação geral contra as alterações à lei laboral após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.
- Serviços mínimos marcados para a CP, TAP, Carris, Metro do Mondego e centros de saúde e hospitais garantiram o funcionamento de algumas ligações ferroviárias, rodoviárias e aéreas, bem como atendimentos urgentes e operações;
- O primeiro-ministro mostrou-se esta quarta-feira convicto de que a “esmagadora maioria dos portugueses que trabalha” trabalhou durante o dia que deixou Portugal a meio-gás;
-CGTP convocou a paralisação geral contra as alterações à lei laboral após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.
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