Instituto cobra dívida a falecido em 2000
Família garante que apenas recebeu uma carta a alertar para valor em dívida de 459 euros.
Os familiares de Adelino Sousa, falecido a 16 junho de 2000, ficaram surpreendidos quando a Segurança Social (ISS) reclamou, em janeiro, o pagamento de 459,78 euros relativo ao acerto das pensões de sobrevivência recebidas após a morte e as despesas de funeral.
A família entende que, ao fim de quase 15 anos, a dívida prescreveu. Ao CM, o Instituto da Segurança Social garante que a dívida nunca esteve esquecida, alegando já ter informado a família por cinco vezes.
Licínio Noronha e Oliveira, neto do falecido, considera que "o pagamento indevido da pensão resulta de um erro dos serviços do instituto, porque o falecimento foi comunicado".
O ISS refere um atraso: "O Centro Nacional de Pensões só soube do óbito a 31 de agosto, quando foram requeridas as despesas de funeral. A pensão de sobrevivência foi paga entre julho e setembro no montante total de 1 570,82 euros".
O primeiro alerta, garante o ISS, foi dado em dezembro de 2000, tendo sido enviadas mais quatro cartas. A família assegura que só recebeu a de janeiro.
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