Lisboa e Vila Franca de Xira com níveis de ozono que podem prejudicar saúde

Nos Olivais, registaram-se 184 microgramas por metro cúbico, das 14h00 às 15h00, e em Alverca, das 15h00 às 16h00, o mesmo valor medido ascendia a 205 microgramas por metro cúbico.

04 de julho de 2026 às 17:51
Cidade de Lisboa Foto: Direitos Reservados
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A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo detetou este sábado níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde nos Olivais (Lisboa) e em Alverca (Vila Franca de Xira).

"Foi ultrapassado, na(s) estação(ões) de monitorização da qualidade do ar desta CCDR, o valor de concentração de ozono de 180 µg/m³ (microgramas por metro cúbico), definido como limiar de informação para este poluente", pode ler-se em comunicado este sábado divulgado pela CCDR-LVT.

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Aquela entidade avisa ainda que "enquanto esta situação se mantiver", é recomendado que os grupos mais frágeis possam "reduzir ao mínimo a atividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior".

Segundo a CCDR-LVT, estes valores de concentração de ozono podem provocar "alguns efeitos na saúde", sobretudo em grupos mais sensíveis, como crianças, idosos, pessoas asmáticas e quem tiver doenças respiratórias ou cardíacas.

Nos Olivais, registaram-se 184 microgramas por metro cúbico, das 14h00 às 15h00, e em Alverca, das 15h00 às 16h00, o mesmo valor medido ascendia a 205 microgramas por metro cúbico.

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"A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos", avisa.

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