Mais médicos no Alentejo
Sete médicos cubanos começaram ontem a trabalhar nos centros de saúde do Litoral Alentejano. Outros 20 clínicos já estão a dar consultas de medicina geral na Região de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve e 12 profissionais aguardam pela avaliação e cédula profissional da Ordem dos Médicos.
Os 39 médicos cubanos formam o segundo contingente que veio substituir o grupo anterior que já regressou a Cuba, após um contrato de três anos.
José Robalo, presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, afirmou ao CM que "estes médicos cubanos são colocados nas unidades onde fazem mais falta".
Segundo Paulo Espiga, director dos Agrupamentos dos Centros de Saúde do Alentejo, 44 mil habitantes não têm médico de família. Este problema levou ao protesto centenas de pessoas que anteontem cortaram o IC1 durante vários minutos.
Ao CM Paulo Espiga explicou que os clínicos foram colocados em Odemira, Santiago do Cacém, Sines, Grândola e Alcácer do Sal.
O presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Vítor Proença, considerou que os sete médicos são "manifestamente insuficientes para as necessidades das populações".
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