Nó do IP4 perto de Vila Real deverá reabrir em 2027 depois de corte devido ao mau tempo

Corte da via resultou de um deslizamento de terras e consequente colapso da infraestrutura, provocado pela forte pluviosidade registada entre os meses de janeiro e fevereiro.

14 de maio de 2026 às 10:38
Estrada, obras Foto: DR
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O nó do Itinerário Principal 4 (IP4) de Parada de Cunhos, Vila Real, deverá reabrir até final de março de 2027, praticamente um ano depois de fechar devido ao mau tempo, informou a Infraestruturas de Portugal (IP).

O corte da via resultou de um deslizamento de terras e consequente colapso da infraestrutura, provocado pela forte pluviosidade registada entre os meses de janeiro e fevereiro.

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Questionada pela agência Lusa, a IP explicou esta quinta-feira que o projeto de execução da intervenção encontra-se atualmente em desenvolvimento, estando a sua conclusão prevista para agosto.

Após essa fase, acrescentou que se estima que o procedimento de contratação da empreitada decorra durante o último trimestre deste ano.

"Nesta data, o planeamento aponta para a conclusão da intervenção no final do 1.º trimestre de 2027", adiantou a IP.

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Recentemente o presidente da Câmara de Vila Real, Alexandre Favaios, reforçou o pedido de esclarecimentos à IP sobre a intervenção no nó de Parada de Cunhos do IP4, realçando que "a reconstrução desta via continua a gerar preocupação junto da autarquia".

O autarca manifestou-se ainda preocupado com os prazos apresentados pela IP, adiantando que irá alertar o Governo para a "urgência no restabelecimento desta ligação, considerada prioritária para a mobilidade no concelho".

Pelo território tem crescido o descontentamento dos automobilistas servidos por esta via rodoviária e que são, agora, obrigados a realizar trajetos mais longos.

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Os temporais que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, entre o final de janeiro e fevereiro, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.

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