Papa Leão XIV denuncia frequentes violações da liberdade de imprensa no mundo
Pontífice norte-americano recordou também "os numerosos jornalistas e repórteres vítimas de guerras e de violência" em todo o mundo.
O Papa Leão XIV denunciou este domingo, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a frequente violação deste direito em todo o mundo e recordou os "inúmeros" jornalistas vítimas de conflitos e violência.
"Hoje, celebra-se o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, patrocinado pela UNESCO. Infelizmente, este direito é frequentemente violado, por vezes de forma flagrante e outras vezes de forma oculta", lamentou da janela do Palácio Apostólico, durante a oração do 'Regina Caeli', que substitui o 'Ângelus' no período pascal.
Neste sentido, o pontífice norte-americano, que na próxima sexta-feira completará um ano desde a sua eleição, recordou também "os numerosos jornalistas e repórteres vítimas de guerras e de violência" em todo o mundo.
As Nações Unidas dedicam todos os dias 03 de maio à liberdade de imprensa como um direito "fundamental" para a paz e os direitos humanos. No mais recente relatório sobre as tendências mundiais entre 2022 e 2025, registou-se o maior declínio para a imprensa desde 2012.
Por outro lado, Leão XIV recordou, perante as centenas de fiéis que o ouviam da Praça de São Pedro, que o mês de maio é consagrado à Virgem Maria, confiando à sua intercessão as suas orações "pela comunhão na Igreja" e "pela paz no mundo".
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