Papa lembra no Vaticano os dois soldados do Exército mortos na A1

Recebeu comitiva de militares e polícias portugueses, onde estava o ministro Luís Neves e a mulher.

24 de agosto de 2026 às 17:22
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O papa Leão XIV lembrou esta segunda-feira, no Vaticano, os dois militares do Exército que morreram atropelados, na sexta-feira, enquanto auxiliavam um camionista e tentavam evitar mais acidentes na A1, em Cantanhede. Recordou  "à luz de Cristo Ressuscitado os dois jovens militares" - Francisco Oliveira, de 21, e Pedro Gonçalves, de 22 -, que "generosamente, como o bom samaritano, pararam no caminho para prestar socorro". "Confio-os ao Senhor, junto com as suas famílias", disse o papa.

Leão XIV recebeu em audiência uma comitiva de 70 polícias e militares portugueses (e familiares), que incluiu, entre outros, os responsáveis máximos de PSP, GNR, Exército, Marinha, e ministro da Administração Interna, Luís Neves, e a mulher. O encontro, na sala do Consistório, foi pelos 60 anos do Ordinariato Castrense de Portugal. 

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"Todos os dias, cabe a cada um de vocês a nobre missão de defender a soberania da Pátria e o Estado de direito, zelando pela segurança dos concidadãos e protegendo-os das injustiças”, afirmou Leão XIV aos polícias e militares da GNR e Forças Armadas. Pediu a Nossa Senhora de Fátima que os acompanhe nas diversas missões, tanto em Portugal quanto no exterior, e lembrou a figura do centurião de Cafarnaum, narrado nos evangelho. "A Igreja confia a vocês o crescimento espiritual dos militares e dos policiais da sua Nação", disse o Papa dirigindo-se ao bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança, D. Sérgio Dinis, e restantes capelães.    

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