Ponte móvel de Leixões em Matosinhos reabre ao trânsito no dia 14 de agosto

Modernização abrange a renovação do sistema de proteção anticorrosiva e pintura de toda a estrutura.

06 de agosto de 2026 às 13:17
Ponte móvel de Leixões Foto: Direitos Reservados
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A ponte móvel de Leixões, em Matosinhos, que está fechada para obras de manutenção desde 15 de junho, vai reabrir ao público no dia 14 de agosto, divulgou esta quinta-feira a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

Num comunicado enviado às redações, a APDL "informa que a Ponte Móvel de Leixões será reaberta ao trânsito automóvel e pedonal no próximo dia 14 de agosto, antecipando em cerca de um mês o período de interrupção, imposto pela empreitada de manutenção e beneficiação inicialmente prevista".

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"Esta antecipação foi possível graças ao bom ritmo de execução dos trabalhos e ao empenho de todas as equipas envolvidas, permitindo devolver mais cedo à comunidade uma das principais ligações entre Matosinhos e Leça da Palmeira, sem comprometer a qualidade e a segurança da intervenção realizada", refere.

Para a APDL, a obra representa "um investimento estratégico" na "modernização de uma infraestrutura emblemática, essencial para a mobilidade quotidiana de milhares de pessoas e para o funcionamento do Porto de Leixões".

"Esta intervenção, em curso, permitirá reforçar a fiabilidade, a segurança e a longevidade da ponte, assegurando melhores condições de utilização para os próximos anos", aponta a administração liderada por João Pedro Neves.

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Durante os trabalhos, a APDL disponibilizou "um serviço gratuito de transporte para peões e utilizadores de bicicletas e trotinetes, garantindo a ligação entre as duas margens durante todo o período da interrupção da circulação", o que se manterá até dia 20 de agosto.

"A APDL agradece a compreensão, a colaboração e o espírito de adaptação demonstrados pela comunidade, pelas entidades parceiras e por todos os utilizadores da Ponte Móvel ao longo destes dois meses", refere.

Em causa está uma empreitada de modernização da ponte que durará, no total, 14 meses, "período durante o qual a APDL garante manter a operacionalidade da ponte, assegurando a passagem de navios, veículos e peões", à exceção do período em que esteve intransitável.

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O concurso para a modernização da ponte, por 4,5 milhões de euros, foi lançado em 2024 (primeiro em maio e depois, após ficar deserto, em setembro), e o projeto "conta com financiamento do PACS [Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade], no âmbito do Programa Sustentável 2030 [fundos europeus], num investimento global de 5,63 milhões de euros".

"Deste valor, 4,5 milhões destinam-se à empreitada principal, estando ainda incluídas a instalação de novas rótulas e os trabalhos de fiscalização. A taxa de comparticipação comunitária é de 71,19%, sendo a contrapartida nacional assegurada pela APDL com recursos próprios", explica a administração portuária.

A modernização abrange a renovação do sistema de proteção anticorrosiva e pintura de toda a estrutura, bem como a substituição das coberturas pedonais, guarda-corpos e pavimento, juntamente com a repavimentação da faixa de rodagem.

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