Ponte móvel de Leixões fechada a partir desta segunda-feira para obras durante três meses
Intervenção tem como objetivo assegurar trabalhos de manutenção e beneficiação, contribuindo para a preservação, segurança e fiabilidade desta infraestrutura.
A ponte móvel de Leixões, que liga Leça da Palmeira a Matosinhos, no distrito do Porto, fecha esta segunda-feira durante três meses para trabalhos de manutenção e beneficiação, segundo informação da câmara local.
Na sua página oficial de Internet, a autarquia, liderada por Luísa Salgueiro, referiu que a intervenção tem como objetivo assegurar trabalhos de manutenção e beneficiação, contribuindo para a preservação, segurança e fiabilidade desta infraestrutura.
Durante este período, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) disponibilizará transporte gratuito em autocarro para peões e utilizadores de bicicletas e trotinetes, assegurando a ligação entre Matosinhos e Leça da Palmeira, ressalvou.
O circuito será efetuado pelo interior do Porto de Leixões em período diurno e pelo exterior em horário noturno para garantir a continuidade da ligação entre as duas margens, explicou.
O serviço funcionará das 07h00 às 22h00 com autocarros a cada 15 minutos e das 22h00 às 07h00 com autocarros a cada 20 minutos.
Em Matosinhos, a paragem localiza-se no acesso nascente à ponte móvel, na antiga Rua Cardeal D. Américo, e em Leça da Palmeira junto à saída da ponte, no Largo Dona Adelina Pinto de Oliveira.
Relativamente ao trânsito automóvel deverá ser utilizado o desvio pela A28 --- IC1/Viaduto da Via Rápida, em ambos os sentidos.
"A Câmara Municipal de Matosinhos continuará a acompanhar esta intervenção e a divulgar a informação útil à população", garantiu.
O concurso para a modernização da ponte, por 4,5 milhões de euros, foi lançado em 2024 (primeiro em maio e depois, após ficar deserto, em setembro), e o projeto "conta com financiamento do PACS [Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade], no âmbito do Programa Sustentável 2030 [fundos europeus], num investimento global de 5,63 milhões de euros".
"Deste valor, 4,5 milhões destinam-se à empreitada principal, estando ainda incluídas a instalação de novas rótulas e os trabalhos de fiscalização. A taxa de comparticipação comunitária é de 71,19%, sendo a contrapartida nacional assegurada pela APDL com recursos próprios", explica a administração portuária.
A modernização abrange a renovação do sistema de proteção anticorrosiva e pintura de toda a estrutura, bem como a substituição das coberturas pedonais, guarda-corpos e pavimento, juntamente com a repavimentação da faixa de rodagem.
A substituição das rótulas deste equipamento irá exigir a sua imobilização por um período máximo de 90 dias.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt