Queixas contra gestão da Quercus
Presidente visado antes das eleições. Guerra com líder do conselho fiscal.
João Paulo Pedrosa, presidente do conselho fiscal (CF) da Quercus, acusou ontem o presidente da associação ambientalista, João Branco, de promover uma gestão marcada pela "intimidação e falta de transparência". Frisando não estar a falar como presidente do CF para não implicar os restantes membros, denuncia uma série de situações "estranhas".
Uma delas é a venda de terrenos da Quercus no Tejo Internacional, que diz ter ficado decidida numa reunião de direção em que esteve presente, mas que acabou por ser retirada da ordem de trabalhos da assembleia geral. O dirigente diz que já foi ouvido pelo Ministério Público no inquérito aberto à gestão da Quercus após uma denúncia anónima.
João Branco atribui as denúncias às eleições de amanhã na Quercus, nas quais Pedrosa concorre na lista adversária. "Isto é uma manobra eleitoral", afirma, garantindo que as demissões na direção foram de "pessoas que integram a lista concorrente". Garante ainda que não foi notificado nem ouvido pelo Ministério Público. Branco defronta Marta Leandro nas eleições de amanhã.
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