Real Sport Club quer ter uma marcha, mas faltam homens

Clube de Massamá/Queluz precisa de 48 marchantes e desafia a comunidade.

03 de maio de 2026 às 01:30
Para todos poderem participar, os ensaios das marchas decorrem fora do horário laboral Foto: Direitos Reservados
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Num desafio inédito, o Real Sport Clube, de Queluz/Massamá, vai participar este ano nas marchas populares do concelho de Sintra, mas, para participar, precisa de 48 marchantes. Para, atingir esse objetivo faltam onze homens.

Luís Paulo Soares, presidente da mesa da assembleia do clube, diz que a explicação para a falta de cooperação masculina nesta missão, pode ser, simplesmente, a timidez: “Os homens receiam participar por temerem não saber dançar e acabar por fazer má figura”.

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O clube, que este ano completa 75 anos, conta com mais de dois mil atletas, mas parece ser impossível seduzi-los para aderirem às marchas populares.

Em jeito de convite, Luís Paulo Soares explica que as inscrições estão abertas para rapazes a partir dos 16 anos, porque os arcos, nos dias que correm, são feitos em material mais leve pelo que não é necessário o marchante ter uma constituição física robusta para carregar o arco. Quanto à idade limite máxima, acrescenta, que podem participar pessoas de qualquer idade.

O responsável adianta que o tempo necessário para os ensaios não pode servir de razão para a não participação, uma vez que decorrem fora do horário de trabalho.

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O clube tem desenvolvido esforços a nível local com a divulgação da iniciativa apelando aos voluntários, mas atrair homens no concelho de Sintra parece não ser um tarefa fácil.

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