Situação estável em Coimbra durante a noite, sem registo de ocorrências significativas

Autoestrada 1 foi cortada ao final da tarde de quarta-feira entre o nó de Coimbra Norte e Coimbra Sul, em ambos os sentidos, devido ao rebentamento do dique nos Casais.

12 de fevereiro de 2026 às 07:33
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A situação em Coimbra mantinha-se às 07h00 desta quinta-feira estável, sem registo de ocorrências significativas, após o rompimento na quarta-feira do dique para a margem direita do rio Mondego e ao colapso de um troço da autoestrada do norte.

"Foi uma noite calma. A situação está estável e não houve necessidade de deslocar mais pessoas durante a noite", adiantou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional da Região de Coimbra.

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A Autoestrada 1 (A1) foi cortada ao final da tarde de quarta-feira entre o nó de Coimbra Norte e Coimbra Sul, em ambos os sentidos, devido ao rebentamento do dique nos Casais, que terá contribuído ao desabamento de um troço da via.

O rompimento do dique agravou o risco de cheias naquela região.

Fonte da concessionária Brisa indicou que o abatimento ocorreu na placa sobre o aterro que dá acesso ao viaduto naquela zona.

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As bacias hidrográficas estão sob elevada pressão devido às consecutivas tempestades que afetaram Portugal, destacando-se o Vouga, Mondego, Tejo e Sado.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

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As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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