page view

Parte da A1 desaba na zona do dique junto ao rio Mondego em Coimbra

Há ainda um segundo abatimento provocado por um deslizamento de terras.

Atualizado a 12 de fevereiro de 2026 às 15:30
A carregar o vídeo ...

Parte da A1 desaba na zona do dique junto ao rio Mondego em Coimbra

Parte da A1 colapsou na zona do dique que rompeu parcialmente no rio Mondego, em Coimbra. A cratera terá sido provocada pela força da água.

Há também um segundo abatimento, que desnivelou um troço de estrada no sentido Norte-Sul, algumas centenas de metros antes do pontão, junto ao dique colapsado. Nesta faixa será feito um corte definitivo da circulação, estando ainda previsto um levantamento de risco do lado contrário para novos abatimentos.

A autoestrada foi cortada nos dois sentidos ao final da tarde desta quarta-feira após o dique do Mondego ter colapsado parcialmente.

A ministra do Ambiente tinha afirmado há horas que o corte da Autoestrada do Norte foi feito "por precaução".

Esta noite, as autoridades e o Governo confirmaram o risco de que outros diques possam ruir na zona.

Fonte da Proteção Civil adianta que o desabamento aconteceu ao quilómetro 191,2.

Ministro das Infraestruturas garante "mobilização máxima"

A caminho de Coimbra, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, falou ao telefone com a CMTV, onde garantiu que tudo está a ser feito para repor a normalidade naquela que é a principal autoestrada do país.

"Há uma mobilização máxima do ministério das Infraestruturas" garantiu o governante, afirmando que estão a caminho "todos os meios para restabelecer a normalidade o mais rapidamente possivel".

Pinto Luz descreveu a ocorrência como uma "rutura" e não um colapso. A A1, explicou, "não corria risco até ao momento em que as águas atingiram uma dimensão tal que estavam a descalçar a estrutura", em referência ao rompimento parcial do dique do Mondego.

Presidente da Câmara de Coimbra diz que autoridades "estão conscientes do risco" permanente

A Presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, referiu que as autoridades no terreno "estão conscientes de que o risco continua a existir", não destacando cedências noutras partes do dique. A autarca referiu que todas as pessoas em zonas de risco já foram encaminhadas para centros de abrigo ou alertas para que deixassem as casas. Em causa estão cerca de 3500 pessoas, adiantou em entrevista à CMTV. 

Publicada originalmente a 11 de fevereiro de 2026 às 23:18

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8