Sobem para 122 os casos de intoxicações nas Caldas da Rainha

Sintomas mais frequentes são vómitos e diarreia, surgindo também náuseas, febre, dores abdominais e dores de cabeça.

10 de julho de 2026 às 12:26
Hospital das Caldas da Rainha Foto: Direitos Reservados
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O número de pessoas com sintomas de intoxicação nas Caldas da Rainha subiu de 113 para 122, revelou esta sexta-feira a Unidade Local de Saúde (ULS) Oeste, que continua a investigar a origem do problema.

"Até ao momento foram identificadas 122 pessoas com sintomas compatíveis, número que poderá vir a ser atualizado, uma vez que ainda decorre o contacto a parte dos participantes", informou esta sexta-feira a ULS Oeste à agência Lusa.

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Os sintomas mais frequentes são vómitos e diarreia, surgindo também náuseas, febre, dores abdominais e dores de cabeça.

Segundo aquela entidade que gere os hospitais e centros de saúde da região, "a evolução clínica tem sido globalmente favorável, de curta duração e com resolução espontânea, sem casos graves e sem necessidade de internamento".

As autoridades de saúde mantêm o acompanhamento da situação e o contacto às pessoas afetadas, prosseguindo a investigação epidemiológica e laboratorial, com o objetivo de identificar a causa, esclarecer a eventual fonte de exposição e assegurar as medidas necessárias à prevenção de novos casos.

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Para identificar a causa dos sintomas e a eventual origem comum do problema, foram recolhidas amostras biológicas, alimentares e de superfícies em zonas de maior contacto, que estão a ser analisadas em laboratório, aguardando-se os respetivos resultados.

A maioria dos casos de intoxicações está associada ao evento desportivo internacional "Footmania", realizado entre sábado e quarta-feira, reunindo 1.200 participantes internacionais e acompanhantes, mas há também casos entre a comunidade local, de acordo com o presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, Vítor Marques.

De acordo com a ULS Oeste, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fiscalizou dois operadores económicos ligados ao evento, "não tendo sido identificadas irregularidades graves nas instalações nem nos alimentos inspecionados".

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A Saúde Pública e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) descartaram a hipótese de associação à água da rede pública ou da Lagoa de Óbidos.

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