Grande parte do continente só com avisos de agitação marítima

Todos os outros distritos do continente, tirando a agitação marítima, não têm agora qualquer aviso, seja neve, chuva, vento ou outro evento climático.

08 de fevereiro de 2026 às 07:29
Agitação maritima Foto: Direitos Reservados
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Toda a faixa costeira de Portugal continental até ao Porto está esta noite sob aviso laranja - o segundo mais grave - devido à agitação marítima, com a maior parte do país sem outros avisos meteorológicos.

Segundo o sistema de avisos do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Viana do Castelo, Braga e Porto têm aviso amarelo de agitação marítima para esta noite, com todos os outros distritos com costa em aviso laranja.

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Os três distritos do norte, a que se juntam Aveiro e Coimbra, têm também aviso amarelo de precipitação para terça-feira.

Bragança, Vila Real e Viseu, que até sábado tinham aviso laranja para neve, não têm qualquer aviso, subsistindo este domingo avisos para neve apenas na Guarda e em Castelo Branco.

Todos os outros distritos do continente, tirando a agitação marítima, não têm agora qualquer aviso, seja neve, chuva, vento ou outro evento climático.

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A ausência de avisos deste domingo (e na segunda-feira todo o continente está sem qualquer aviso, por enquanto) contrasta com o que se tem passado nos últimos dias, com uma sucessão de depressões a atingirem o país.

Só a título de exemplo, na tarde de sábado, quanto ao vento, havia oito distritos com aviso amarelo - Évora, Guarda, Faro, Santarém, Setúbal, Castelo Branco, Beja e Portalegre - e sete com aviso laranja - Aveiro, Porto, Viana do Castelo, Coimbra, Braga, Lisboa e Leiria.

Havia ainda oito distritos com aviso devido à neve e sete distritos com aviso amarelo de chuva.

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Catorze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

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O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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