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155 dias de trovoada registados em 2025

Março foi o mês com maior número de dias de trovoada com 23; seguido de abril ,com 17 dias; e de maio, com 15 dias. Destacam-se os distritos de Beja (61 dias), Coimbra (59 dias) e Castelo Branco (58 dias).

04 de maio de 2026 às 01:30

Portugal registou 22.294 raios em 2025, ano marcado por 155 dias de trovoada. O valor de 2025 é superior à média de 139 dias de trovoada verificada nos últimos 15 anos. Beja liderou em termos de distritos, com 61 dias; seguindo-se Coimbra (59 dias) e Castelo Branco (58 dias).

Por concelhos, Mértola, Évora e Odemira lideraram com 31 dias de trovoada, em cada um destes municípios.

Em termos de meses mais marcados por trovoadas, março teve o maior número de dias, com 23; seguido de abril, com 17 dias; e maio, com 15 dias.

No boletim referente ao último ano, publicado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), é também destacado o dia 5 de novembro, com uma atividade elétrica excecional, tendo registado o maior número de queda de raios de 2025, com 6122. Novembro acabou por ser o mês com mais relâmpagos, num total de 9162. Sendo assim, o outono foi a estação do ano que registou mais atividade elétrica na atmosfera, com 43,1% do total.

Para além dos raios nuvem-solo, houve também descargas intra-nuvem (80% das ocorrências). Na soma destas duas categorias, os dados recolhidos pela rede de deteção do IPMA indicam 108.369 descargas elétricas atmosféricas. Na distribuição horária destas descargas, podem identificar-se dois picos de maior percentagem: de manhã, entre as 5h00 e as 7h00; e também no período da tarde, entre as 15h00 e as 18h00.

PORMENORES

Abril

Abril foi um dos 3 meses de 2025 com mais relâmpagos. Apesar de quente e globalmente chuvoso, a influência de baixas pressões originou períodos prolongados de chuva, favorecendo as trovoadas.

Novembro

A Depressão Cláudia criou condições instáveis com episódios de chuva intensa e prolongada, frequentemente acompanhados de granizo, vento forte e trovoadas intensas e frequentes, indicando elevada ocorrência de relâmpagos.

Junho

Junho foi um mês dominado por condições muito quentes e secas. No entanto, no final desse mês, verificou-se um aumento da instabilidade atmosférica sobretudo nas regiões a Norte do País.

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