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Desemprego agrava-se em Lisboa e no Algarve

Crise no setor do turismo fez disparar em 54,6% os desempregados da região algarvia.

21 de abril de 2021 às 01:30

No final do mês passado, o conjunto dos cidadãos que procuraram o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) por estarem sem trabalho rondou os 433 mil (mais 25,9% face a 2020), um valor só idêntico ao de março de 2017, foi esta terça-feira revelado.

Segundo o IEFP, os grupos profissionais mais atingidos pelo desemprego em março deste ano foram os trabalhadores não qualificados (25,2% do total de novos inscritos) e do setor dos serviços (23,5%), que incluem o turismo e a restauração, uma das áreas mais afetadas pela crise causada pela pandemia e que, face ao confinamento, acabou por sofrer um impacto ainda mais relevante

Para o aumento do desemprego registado, comparativamente ao mesmo mês de 2020, contribuíram em particular “as mulheres, adultos com idade igual ou superior a 25 anos, os inscritos há menos de um ano, os que procuravam novo emprego e os que possuem como habilitação escolar o ensino Secundário”, tal como detalha a síntese esta terça-feira divulgada pelo IEFP.

Já quanto às ofertas de emprego por satisfazer, no final de março, totalizavam 14 371, nos centros de emprego de todo o País, uma subida de 16,8% face ao mesmo mês do ano passado .

A propósito dos números tornados públicos pelo IEFP, o Ministério do Trabalho destaca, ainda assim, que as ofertas de emprego captadas tenham aumentado 57% face a fevereiro e 58,1% face a março de 2020, para um total de 12 050, e que as colocações em emprego tenham subido 42,4% face a fevereiro de 2021.

Número de casais no desemprego sobe 18%

O número de casais com ambos os elementos inscritos nos centros de emprego aumentou 18,1% em março, face a igual mês de 2020, para 6971, segundo dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional. Os casais nesta situação têm direito a uma majoração de 10% do subsídio de desemprego, quando tenham dependentes a cargo. 

Hotelaria quer plano para pagar créditos até prazo de 10 anos

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) reivindica a prorrogação das moratórias bancárias até 30 de junho do próximo ano. A medida, defende a associação, deve ser seguida de um plano de amortização de médio e longo prazo (10 anos) para todos os empréstimos que se encontram ao abrigo dessas moratórias.

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