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Multidão nas ruas de Viana do Castelo para ver passar andor da Senhora da Agonia

Famílias de pescadores e gentes ligadas ao mar organizam manifestação de fé, em honra da padroeira.

20 de agosto de 2022 às 01:30

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Mulheres voltaram a desfilar trajadas e ouradas em honra da padroeira das gentes do mar
Mulheres voltaram a desfilar trajadas e ouradas em honra da padroeira das gentes do mar Luís Vieira
Tradição não escolhe idade e até os mais pequenos vão às festas trajados a rigor
Tradição não escolhe idade e até os mais pequenos vão às festas trajados a rigor Luís Vieira
Casais desfilaram e exibiram o amor que os une em frente  do andor da padroeira
Casais desfilaram e exibiram o amor que os une em frente do andor da padroeira Luís Vieira
Fervor coloca mulheres em lugar de destaque
Fervor coloca mulheres em lugar de destaque Luís Vieira
Famílias inteiras entre os mais de cem figurantes da procissão
Famílias inteiras entre os mais de cem figurantes da procissão Luís Vieira
Andor da Senhora dos Mares teve “guarda de honra” de mulheres
Andor da Senhora dos Mares teve “guarda de honra” de mulheres Luís Vieira
Encontro entre a padroeira e o Senhor dos Aflitos é momento alto
Encontro entre a padroeira e o Senhor dos Aflitos é momento alto Luís Vieira
Milhares assistiram de perto à primeira procissão das Festas da Agonia após dois anos de paragem forçada devido à pandemia
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F oram precisos seis homens para carregar o andor com a imagem de Nossa Senhora da Agonia, em ombros, durante mais de duas horas, na procissão solene que esta sexta-feira percorreu as ruas da cidade de Viana do Castelo. O andor, com mais de 600 quilos, foi este ano carregado pela família de Marco Fernandes, que esta sábado o leva também ao mar, na traineira Nossa Senhora de Fátima, de que é mestre. Diz-se “honrado”.“É uma honra muito grande, um orgulho, poder carregar o andor e transportá-lo no nosso barco”, diz Marco, visivelmente emocionado. Orgulho partilhado por toda a família de pescadores da Ribeira, mas sobretudo pelo pai, Graciano Fernandes. Aos 75 anos e ainda pescador no ativo, Graciano diz que “nada se compara à honra de poder levar o andor no barco, de chorar à frente de Nossa Senhora da Agonia”. A devoção dos pescadores e das gentes de Viana à Senhora da Agonia ficou esta sexta-feira bem patente na manifestação de fé que percorreu as principais artérias da cidade capital do Alto Minho. Homens e mulheres trajados a rigor, como mandam as tradições da Ribeira, carregaram os seis andores, perante milhares de pessoas que se amontoavam nas ruas. Só os aplausos à passagem do andor da padroeira interrompiam o silêncio em que a cidade mergulhou. Isidro Saúde e Isabel Girão, de Coimbra, assistiam, emocionados, à passagem da procissão. “É o quarto ano que cá vimos. É uma tradição que emociona”, elogiou o visitante.No cortejo, voltaram a desfilar algumas mordomas presentes no desfile da véspera. “A procissão supera, em tudo, a Mordomia, por ser dedicada a Ela, a Nossa Senhora”, resumiu Maria Eduarda, com os olhos marejados. Multidão nas ruas de Viana do Castelo para ver passar andor da Senhora da Agonia

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