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APAV cria campanha de chip falso para sensibilizar jovens para comportamentos de controlo no namoro

A APAV explica que 4 em cada 10 jovens acham normal ver o telemóvel do seu parceiro sem autorização e deixa claro que ver a localização, pedir passwords ou controlar amizades é violência, não amor.

13 de fevereiro de 2026 às 11:41

Há cerca de uma semana um novo produto surgiu nas redes sociais que criou alguma indignação. O RelationChip, dois chips ou implantes, um para cada membro do casal, dá acesso à localização e a todos os conteúdos do telemóvel do seu parceiro. Assim, poderiam controlar onde estavam, com quem falavam e que tipo de mensagens recebiam. 

Começaram a surgir comentários nas publicações de especialistas e populares a chamar atenção para o produto, considerando-o “tóxico”, expressando o seu desagrado e medo, questionando até se era um produto verdadeiro. Na quinta-feira a APAV esclareceu que é um produto falso, apenas parte de uma campanha para sensibilizar os jovens para comportamentos controladores no namoro, com o lema: “o RelationChip é falso mas o controlo é real”.

Através de uma publicação conjunta no Instagram a APAV e o RelationChip explicam que 4 em cada 10 jovens acham normal ver o telemóvel do seu parceiro sem autorização e deixam claro que ver a localização, pedir passwords ou controlar amizades é violência, não amor.

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