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Autópsia a auxiliar do IPO revela que morte não tem relação direta com a vacina da Covid-19

Comunicado do Ministério da Justiça não refere causas da morte por se encontrar abrangida pelo segredo de justiça.
Correio da Manhã 6 de Janeiro de 2021 às 00:02
Sónia Azevedo
Sónia Azevedo FOTO: Direitos Reservados

A autópsia feita à funcionária do IPO do Porto que morreu dois dias depois de ter sido vacinada contra a Covid-19 concluiu que a causa da morte não se deveu à vacina, esclareceu esta terça-feira o Governo.

"Informa-se, sem qualquer referência à causa da morte, que se encontra abrangida pelo segredo de justiça, que os dados preliminares resultantes da autópsia médico-legal hoje [terça-feira] realizada não evidenciam qualquer relação entre a morte e a vacina a que foi sujeita", refere um comunicado do Ministério da Justiça.

Recorde-se que Sónia, de 41 anos, tinha dois filhos. Vivia com a família na Maia e trabalhava há mais de 10 anos no IPO do Porto. Morreu na casa do namorado, na Trofa.

“Ela jantou connosco na noite de ano novo e depois foi para casa do namorado. Foi ele quem me ligou pelas 11h00 a dizer que a encontrou inanimada e que tinha morrido. A minha filha saiu de casa e nunca mais a vi com vida”, desabafou Abílio, emocionado, como noticiou o CM na passada segunda-feira.

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