page view

Bispo de Coimbra diz que Igreja está disponível para apoiar os mais vulneráveis na sequência da tempestade Kristin

"Da parte da Igreja estamos disponíveis para abraçar a todos e para dar o auxílio necessário àqueles que estão em maiores situações de vulnerabilidade", referiu Virgílio Antunes.

31 de janeiro de 2026 às 16:37

O bispo da Diocese de Coimbra disponibilizou este sábado ajuda da Igreja aos que estão em situação de maior vulnerabilidade por causa da tempestade Kristin e deixou uma palavra de conforto e consolação aos que estão a sofrer.

"Da parte da Igreja estamos disponíveis para abraçar a todos e para dar o auxílio necessário àqueles que estão em maiores situações de vulnerabilidade", referiu Virgílio Antunes.

Na sua mensagem a propósito dos danos causados pela depressão Kristin, o bispo de Coimbra considerou que a situação que se vive é dramática para as pessoas que foram atingidas nas suas casas, carros, bens e que estão privadas de eletricidade, água e comunicações.

Virgílio Antunes pediu "a todos que estejam atentos às necessidades do seu próximo" e que "o espírito de caridade que sempre nos deve marcar em todas as situações esteja mais presente ainda nestes momentos trágicos que a sociedade portuguesa está a viver".

"Em prática na nossa vida, estejamos ainda dispostos a rezar uns pelos outros para que a ninguém falte a esperança para refazer tudo aquilo que perderam, para encontrar os meios adequados para dar continuidade ao seu projeto de vida", solicitou.

Na sua mensagem, pediu ainda a Deus para abençoar todos os trabalhos que estão a ser realizados, quer por instituições públicas e privadas, como pela própria igreja, bem como "todos aqueles que têm no coração as necessidades do seu próximo".

"Assim, juntos, é mais fácil ultrapassarmos as dificuldades que agora estamos a sentir", concluiu.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8