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Doze pessoas foram retiradas das habitações por segurança em Vila de Rei

Na sequência da passagem da depressão Kristin pelo concelho, continuam a decorrer, no terreno, diversos trabalhos.

01 de fevereiro de 2026 às 10:04

Doze pessoas foram retiradas das suas casas em Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, por motivos de segurança e o fornecimento de energia elétrica está restabelecido em cerca de 90% do concelho.

"Os serviços de telecomunicações encontram-se em fase de reposição, nomeadamente o serviço de fibra ótica, o abastecimento de água foi totalmente restabelecido e o acesso a todas as aldeias do concelho encontra-se assegurado", explicou, numa nota publicada nas suas redes sociais, o município de Vila de Rei.

Na sequência da passagem da depressão Kristin pelo concelho de Vila de Rei, continuam a decorrer, no terreno, diversos trabalhos com o objetivo de minimizar os seus efeitos e restabelecer a normalidade no território.

"O fornecimento de energia elétrica encontra-se restabelecido em cerca de 90% do território concelhio, subsistindo ainda alguns constrangimentos em determinadas localidades. Estão a ser desenvolvidos todos os esforços para que o serviço seja reposto com a maior brevidade possível".

A autarquia tem ainda equipas no terreno a fazer a identificação e acompanhamento de pessoas desalojadas, isoladas ou em situação de maior vulnerabilidade.

Caso as condições meteorológicas não originem novos danos, prevê-se que os estabelecimentos de ensino - Creche Municipal, Jardim de Infância Municipal e Escola Básica e Secundária do Centro de Portugal - retomem o seu funcionamento a partir de segunda-feira, assim como os serviços municipais.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. Este sábado, outros dois homens morreram ao caírem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00h00 de quarta-feira até às 23h59 deste domingo para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar. 

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