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Estufa Fria em Lisboa à espera de visitas após reabertura

No primeiro domingo após a reabertura ao público, o jardim recebeu pouco mais de uma dezena de pessoas.

25 de maio de 2020 às 08:28

Após dois meses com as portas fechadas ao público, a Estufa Fria, em Lisboa, reabriu no passado dia 18, com medidas de segurança e higienização reforçadas, mas mesmo assim está longe de alcançar a afluência de público habitual para a época.

Alexandra Canha, engenheira agrícola responsável pela manutenção deste jardim botânico situado no coração de Lisboa, disse à agência Lusa que numa manhã de domingo (período em que a entrada é gratuita) costumavam entrar "cerca de 500 pessoas na Estufa Fria". Este domingo, porém, pouco mais de uma dezena de visitantes procuraram a tranquilidade deste refúgio do Parque Eduardo VII.

E durante os dias de semana, sente-se já a falta das excursões das universidades seniores e dos grupos escolares.

Com uma área superior a um hectare, o jardim é constituído por três ambientes diferentes com mais de três centenas de espécies de plantas: Estufa Fria, Estufa Quente e Estufa Doce.

"É um sítio onde os continentes não têm fronteiras. Conseguimos encontrar plantas originárias de África do Sul ou da Ásia e parece que está tudo integrado, que nasceu tudo assim, mas não", explica Alexandra Canha.

Num dos corredores da Estufa Fria encontrava-se Ana Carlos, que este domingo visitou pela primeira vez este cenário paradisíaco. Não lhe é difícil explicar a sensação: "Estamos num ambiente completamente diferente. Por causa da pandemia, torna-se um bocado stressante as pessoas saírem à rua, o que é completamente compreensível, mas aqui não. Aqui, está-se em paz e podemos estar mais descansados num contexto de uma cidade como Lisboa", salienta.

Por isso, Ana acredita que a pandemia pode influenciar a criação de futuros espaços verdes, no sentido de diminuir as concentrações nos centros comerciais e nas lojas. "É algo que vamos aprender a valorizar muito mais agora", admite, esperançosa.

Farmácias param na quarta-feira

Na próxima quarta-feira, às 15h00, as farmácias vão parar por 23 minutos, o tempo que a Assembleia da República terá para debater a petição ‘Salvar as Farmácias, Cumprir o Serviço Nacional de Saúde (SNS)’. Em causa estão medidas de austeridade que prejudicam a viabilidade económica das farmácias bem como a prestação de serviços comunitários que não estão a ser custeados pelo Estado. A propósito da petição, a Associação Nacional das Farmácias pediu ao Parlamento mais apoios para as farmácias.

Recursos só davam até ao dia de hoje

Os recursos do planeta para este ano esgotavam-se esta segunda-feira se todos os países consumissem como a média dos portugueses, segundo os cálculos da organização ‘Global Footprint Network’. Ou seja, a partir desta segunda-feira o País teria de viver a crédito dos recursos futuros. No entanto, refere a associação Zero, os cálculos são anteriores à pandemia de Covid-19, que nos últimos dois meses quase parou o País, pelo que a atual situação poderá colocar a data "um pouco mais tarde."

60 mil luvas para 14 municípios

UBI produz 2000 máscaras

A Universidade da Beira Interior vai produzir duas mil máscaras sociais para serem utilizadas por docentes e funcionários da academia como medida de proteção face à Covid-19. O modelo das máscaras foi desenvolvido por três docentes da instituição e está certificado pelo CITEVE - Centro Tecnológico Têxtil e Vestuário, com a categoria de nível 3. A vida útil expectável é de 25 lavagens.

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