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Farmacêuticos criticam medida

Medida que permite aos doentes do privado obterem medicamentos grátis é considerada "injusta" e "discriminatória" pelo bastonário da Ordem dos Farmacêuticos.<font face="Calibri"><font size="3"></font></font>

23 de julho de 2013 às 14:37

Carlos Maurício Barbosa criticou a possibilidade de doentes obterem gratuitamente, nos hospitais públicos, alguns medicamentos mais avançados, quando receitados em consultórios privados. De acordo com o bastonário, além de "injusta", a medida aumenta também a despesa hospitalar.

No decorrer de uma visita à farmácia do Hospital Santa Maria, em Lisboa, Carlos Maurício Barbosa enalteceu os esforços que esta unidade de saúde está a desenvolver com vista à racionalidade e ao combate ao desperdício.

O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos referiu ainda que cerca de 150 dos 500 milhões de euros de orçamento, são gastos em medicamentos no maior hospital do País.

Como solução, o bastonário defendeu a criação de um grupo de trabalho que analise a situação que considera "discriminatória" e que está relacionada com a forma como os fármacos para as doenças do foro reumatológico são dispensados aos doentes seguidos em consultórios privados.

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