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MICRONOVELA

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Fugir de zombies em Sintra

Corrida 'Running to Survive' contou com 300 participantes.

02 de maio de 2015 às 20:44

300 pessoas fogem de Zombies em Sintra

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Sobreviveria a um apocalipse zombie? Ou seria um dos infetados? Foi esta a premissa que levou 300 participantes à corrida Running to Survive, em que os corredores tiveram que fugir de zombies no Centro de Tropas Comandos, na Serra da Carregueira, em Sintra.

O evento foi organizado por alunos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, no âmbito da cadeira de Planeamento e Gestão de Animação Turística. "Fizemos um estudo de mercado sobre as corridas temáticas que têm conquistado os portugueses. Vimos o que se fazia no estrangeiro e adaptámos. Os zombies não podiam estar mais na moda, graças à série do momento, The Walking Dead", explica Isabel Tavares, uma das organizadoras da Running to Survive

"Estamos muito satisfeitas. Nunca pensámos atingir este número de participantes e toda a gente diz que foi um sucesso, em especial a caracterização. Houve zombies que chegaram às 03h00 só para serem maquilhados", comenta Isabel Candeias, também membro da organização do evento.

 

Perseguições, noivas-zombie e túneis

Além dos zombies, os participantes tiveram que ultrapassar uma série de obstáculos: ribeiros, paredes e muros, pneus, descidas, subidas a pique e túneis assombrados. "Nunca mais entro num túnel escuro, nunca mais! Mas valeu a pena, porque fui um dos sobreviventes", afirma um dos participantes. Os corredores arrancavam com três vidas (fitas vermelhas) da linha de partida e tinham que chegar à meta com pelo menos uma para serem ‘sobreviventes’. Caso contrário eram ‘infetados’.

"Não perdemos nenhum membro da equipa. Estabelecemos uma estratégia para distrair os zombies e conseguimos sobreviver! Foi absolutamente fantástico, mas também assustador. Aprendi que o trabalho de equipa é essencial", conclui Tânia Oliveira, que participou com uma equipa de mais de 15 pessoas.

O sucesso da iniciativa ficou patente nos sorrisos dos sobreviventes, que depressa roubaram o lugar aos gritos de terror. Os medos não ficaram, o que ficou foi mesmo a vontade de voltar a correr. Com zombies atrás, claro.

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