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Infarmed alerta para ruturas de stock de medicamentos para hiperatividade e défice de atenção

Para os tratamentos em curso, deverão ser consideradas as alternativas que se encontram disponíveis.

19 de dezembro de 2023 às 13:53

O Infarmed alertou esta terça-feira para constrangimentos no abastecimento de medicamentos para o tratamento da perturbação de hiperatividade e défice de atenção, apelando aos profissionais de saúde e distribuidores para fazerem "uma gestão criteriosa" dos 'stocks' disponíveis.

"Alguns medicamentos destinados ao tratamento da perturbação de hiperatividade e défice de atenção (metilfenidato, atomoxetina, dimesilato de lisdexanfetamina) apresentam constrangimentos no seu abastecimento devido ao aumento da procura", refere a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) numa circular informativa publicada no 'site'.

Para garantir a disponibilidade destes medicamentos, o Infarmed diz ser "fundamental que os médicos, farmacêuticos e distribuidores façam uma gestão criteriosa dos 'stocks' disponíveis".

Apela ainda aos doentes que apenas adquiram os medicamentos quando necessário, para que as pequenas quantidades existentes possam ser distribuídas por todos os que delas necessitam.

O Infarmed adianta que tem vindo a monitorizar o abastecimento do mercado junto dos titulares de autorização de introdução no mercado e confirma "a existência de ruturas de abastecimento de alguns medicamentos, nomeadamente em algumas dosagens de medicamentos", em particular nos medicamentos com a substância ativa Atomoxetina, nas cápsulas 40 miligramas e 60 miligramas, e com a Metilfenidato, nomeadamente no comprimido 10 mg e nos comprimidos de libertação prolongada.

No documento, o Infarmed alerta os prescritores que, para os novos tratamentos, devem ser considerados, sempre que possível, os medicamentos disponíveis.

Para os tratamentos em curso, deverão ser consideradas as alternativas que se encontram disponíveis.

"Os medicamentos com constrangimentos no abastecimento deverão ser reservados para aqueles doentes em que seja difícil a sua substituição", salienta o Infarmed.

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