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Lei dos Compromissos pode paralisar universidades

“Corremos o risco de ficar sem os serviços de limpeza, cantina, ou mesmo o abastecimento de gás nos laboratórios enquanto aguardamos uma autorização do ministro das Finanças para renovar este tipo de contratos.”

14 de março de 2012 às 12:51

Foi desta forma que António Rendas, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), explicou nesta manhã de quarta-feira, durante uma conferência de imprensa no Campus do Lumiar (Lisboa), as implicações da nova Lei dos Compromissos.

António Rendas afirma que a lei vai paralisar a gestão corrente das universidades porque "exige que um contrato que se prolongue durante dois anos civis tenha de ser aprovado pelo ministro das Finanças".

Na opinião do presidente da CRUP vão ser "tantos os pedidos a entrar no ministério que nunca vão ter os contratos essenciais aprovados em tempo útil".

O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas fez saber que já entrou em contacto com o Ministério da Educação e Ciência para marcar uma audiência com o ministro Nuno Crato, para expor o problema.

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