Fogo deflagrou ao início da tarde de domingo na maternidade devido a uma avaria num equipamento informático.
A maternidade do Hospital de Abrantes reabriu esta terça-feira, após ter encerrado na segunda-feira devido a um pequeno incêndio ocorrido no dia anterior, indicou a Unidade Local de Saúde (ULS).
"O bloco de partos de Abrantes, da ULS Médio Tejo, reabriu às 9h00, após a limpeza do espaço e da normalização do serviço informático que ardeu no domingo devido a um curto-circuito", disse à agência Lusa fonte oficial da ULS.
O incêndio, que deflagrou ao início da tarde de domingo no piso da maternidade do Hospital de Abrantes, devido a uma avaria num equipamento informático, não causou feridos e foi rapidamente extinto.
O serviço da maternidade encontrava-se encerrado desde sábado e não tinha nenhuma grávida no local, no âmbito de uma paragem programada para 30 e 31 de dezembro.
Em declarações à Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Proteção Civil do Médio Tejo indicou que o alerta para o incêndio foi dado às 12:30 e que às 13:40 estava extinto.
Contactada pela Lusa, a administração da unidade hospitalar indicou que já abriu um inquérito para averiguar as causas do fogo.
Ainda segundo a administração, as chamas foram apagadas por profissionais de saúde que se encontravam no local, tendo, posteriormente, os bombeiros procedido à extração de fumos.
Devido ao encerramento da maternidade, o primeiro bebé do Médio Tejo deste ano acabou por nascer numa ambulância em Torres Novas (Santarém), às 07:00 de segunda-feira, a caminho do Hospital de Leiria.
"A bebé do ano não nasceu nas quatro paredes da nossa maternidade em Abrantes. Veio ao mundo a bordo da ambulância de Suporte Imediato de Vida da ULS Médio Tejo de Torres Novas, com o apoio da equipa da Viatura Médica de Emergência Rápida de Abrantes e dos Bombeiros Voluntários de Minde, no nó da Zibreira, em plena A23 [autoestrada 23]", indicou fonte hospitalar.
Segundo a fonte, "a Matilde nasceu com 3.045 quilos, por volta das 07:00 da manhã, tornando-se o primeiro bebé da história da recém-criada ULS Médio Tejo, e o 'bebé do ano de 2024' de toda a região do Médio Tejo".
Após o parto, a mãe e a bebé foram transferidas para uma enfermaria de internamento do Hospital de Leiria, hospital de referência no dia 01 de janeiro para as grávidas do Médio Tejo.
A ULS Médio Tejo passou a agregar no dia 01 de janeiro de 2024 o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, assegurando a prestação dos cuidados de saúde nos concelhos de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha (todos do distrito de Santarém) e Vila de Rei (distrito de Castelo Branco).
Com população residente na área geográfica de abrangência de cerca 170 mil pessoas (169.274 pessoas), a ULS tem 2.780 profissionais e dispõe de três unidades hospitalares (localizadas em Abrantes, Tomar e Torres Novas) e dos serviços de cuidados de saúde primários até aqui assegurados pelo ACES Médio Tejo e pelo Centro de Saúde de Vila de Rei.
MYF // VAM
Lusa/Fim
A maternidade do Hospital de Abrantes reabriu esta terça-feira, após ter encerrado na segunda-feira devido a um pequeno incêndio ocorrido no dia anterior, indicou a Unidade Local de Saúde (ULS).
"O bloco de partos de Abrantes, da ULS Médio Tejo, reabriu às 9h00, após a limpeza do espaço e da normalização do serviço informático que ardeu no domingo devido a um curto-circuito", disse à agência Lusa fonte oficial da ULS.
O incêndio, que deflagrou ao início da tarde de domingo no piso da maternidade do Hospital de Abrantes, devido a uma avaria num equipamento informático, não causou feridos e foi rapidamente extinto.
O serviço da maternidade encontrava-se encerrado desde sábado e não tinha nenhuma grávida no local, no âmbito de uma paragem programada para 30 e 31 de dezembro.
Em declarações à Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Proteção Civil do Médio Tejo indicou que o alerta para o incêndio foi dado às 12:30 e que às 13:40 estava extinto.
Contactada pela Lusa, a administração da unidade hospitalar indicou que já abriu um inquérito para averiguar as causas do fogo.
Ainda segundo a administração, as chamas foram apagadas por profissionais de saúde que se encontravam no local, tendo, posteriormente, os bombeiros procedido à extração de fumos.
Devido ao encerramento da maternidade, o primeiro bebé do Médio Tejo deste ano acabou por nascer numa ambulância em Torres Novas (Santarém), às 07:00 de segunda-feira, a caminho do Hospital de Leiria.
"A bebé do ano não nasceu nas quatro paredes da nossa maternidade em Abrantes. Veio ao mundo a bordo da ambulância de Suporte Imediato de Vida da ULS Médio Tejo de Torres Novas, com o apoio da equipa da Viatura Médica de Emergência Rápida de Abrantes e dos Bombeiros Voluntários de Minde, no nó da Zibreira, em plena A23 [autoestrada 23]", indicou fonte hospitalar.
Segundo a fonte, "a Matilde nasceu com 3.045 quilos, por volta das 07:00 da manhã, tornando-se o primeiro bebé da história da recém-criada ULS Médio Tejo, e o 'bebé do ano de 2024' de toda a região do Médio Tejo".
Após o parto, a mãe e a bebé foram transferidas para uma enfermaria de internamento do Hospital de Leiria, hospital de referência no dia 01 de janeiro para as grávidas do Médio Tejo.
A ULS Médio Tejo passou a agregar no dia 01 de janeiro de 2024 o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, assegurando a prestação dos cuidados de saúde nos concelhos de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha (todos do distrito de Santarém) e Vila de Rei (distrito de Castelo Branco).
Com população residente na área geográfica de abrangência de cerca 170 mil pessoas (169.274 pessoas), a ULS tem 2.780 profissionais e dispõe de três unidades hospitalares (localizadas em Abrantes, Tomar e Torres Novas) e dos serviços de cuidados de saúde primários até aqui assegurados pelo ACES Médio Tejo e pelo Centro de Saúde de Vila de Rei.
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