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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Medicação ajuda na cura da leucemia

Portuguesa de 68 anos incluída em testes com novo comprimido.

19 de abril de 2015 às 12:37

Pode tornar-se num novo tratamento para a leucemia e tem por objetivo diminuir o risco da doença voltar. O medicamento experimental – cujo nome não será divulgado – não é novo e já é usado noutras situações, como o síndrome mielodisplásico (tipo de cancro em que há produção anormal de células pela medula óssea). Mas agora o que um ensaio clínico internacional, ainda a decorrer, quer descobrir é se os comprimidos são benéficos na cura da leucemia. O IPO do Porto é o primeiro no País a participar, através de Idalina Oliveira, uma doente com 68 anos.

"Ela teve a sorte de preencher as características desse ensaio: ter leucemia e uma determinada idade. Há doentes com medicamento ativo e outros com placebo. Os próprios médicos não sabem o que o doente toma, para não influenciarmos os resultados", explicou Mário Mariz, diretor do serviço de Onco-Hematologia do IPO do Porto.

O objetivo do ensaio clínico é ter 400 doentes. Durante dois anos os participantes no estudo vão tomar a medicação. Depois serão vigiados para se perceber se o comprimido foi mesmo eficaz na regressão da leucemia.

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