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Médicos ‘ameaçam’ Governo com greve

Clínicos ponderam paralisação por serviços em hospitais com carência de profissionais.

17 de abril de 2019 às 08:21

Uma greve setorial - em serviços e em hospitais com maior carência de médicos especialistas - é esta a forma de luta admitida pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), caso o Governo decida manter o braço de ferro na próxima reunião, agendada para o dia 8 de maio.

"O objetivo é fazer com que o Ministério da Saúde perceba que há serviços, como o de anestesiologia, no Hospital Amadora-Sintra, ou o de pediatria, na Estefânia, Lisboa, onde os serviços mínimos da greve têm uma equipa maior em relação às atuais", explicou ao Correio da Manhã Roque da Cunha, secretário-geral do SIM sublinhando que a paralisação "é a última possibilidade a ser admitida".

A possível greve, levada a cabo pelos clínicos, será também um dos temas em discussão hoje, no Fórum Médico - plataforma que reúne todas as associações e estruturas médicas - convocado pela Ordem dos Médicos (OM).

"Neste momento temos várias situações que não têm estado a correr bem e que colocam em causa a segurança e qualidade do Serviço Nacional de Saúde. Iremos ouvir as preocupações de todos e tomar decisões", garantiu Miguel Guimarães, bastonário da OM.

O caderno de reivindicações dos clínicos é extenso. Entre as exigências destaca-se a negociação da carreira médica e da nova grelha salarial.

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