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Trump anuncia coligação militar com 17 países para "erradicar cartéis" e vai focar atenção em Cuba após guerra com o Irão

Presidente norte-americano incentivou os líderes regionais a tomarem medidas militares contra os cartéis de narcotráfico no Hemisfério Ocidental.

07 de março de 2026 às 18:44
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Trump anuncia criação de coligação militar com 17 países latino-americanos para 'erradicar os cartéis criminosos”

AP

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou, este sábado, uma nova coligação militar para "erradicar os cartéis" no Hemisfério Ocidental e avançou ainda que 17 países entraram formalmente na aliança.

De acordo com Trump, os Estados Unidos e os países da América Latina estão a unir forças para combater cartéis violentos, enquanto o governo norte-americano procura demonstrar que permanece comprometido em reforçar o foco da política externa americana no Hemisfério Ocidental, avança a Associated Press.

Trump incentivou os líderes regionais, que se reuniram no seu clube de golfe em Miami, este sábado, a tomarem medidas militares contra os cartéis de narcotráfico que, segundo ele, representam uma "ameaça inaceitável" à segurança nacional do hemisfério. 

"A única maneira de derrotar estes inimigos é a libertar o poder das nossas forças armadas", disse Trump. "Temos que usar as nossas forças armadas. Vocês têm que usar as vossas", acrescenta. 

Os líderes da Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Trinidad e Tobago juntaram-se ao presidente norte-americano no resort, noticiou a Associated Press. 

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“Cuba está nos seus últimos momentos de vida”: Trump diz que EUA vão virar atenção para a ilha após guerra com o Irão

VÍDEO: AP

Donald Trump afirmou ainda que os EUA vão focar a sua atenção em Cuba após a guerra com o Irão e insinuou que o seu governo vai fazer um acordo com Havana. "Grandes mudanças chegarão em breve a Cuba", afirmou, acrescentando que "eles estão praticamente no fim da linha".

As autoridades cubanas afirmaram, em diversas ocasiões, que estão abertas ao diálogo com os EUA, desde que este se baseie no respeito à soberania cubana, mas nunca confirmaram que estivessem a acontecer conversas. 

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