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Médicos temem instabilidade na saúde com saída de Fernando Araújo

FNAM entende que “estrutura é pouco funcional e tem poderes a mais”.

24 de abril de 2024 às 18:20

A demissão de Fernando Araújo como diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde leva os médicos a temerem nova instabilidade na área da saúde.

Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Joana Bordalo e Sá, defende

 que a solução para o Serviço Nacional de Saúde passa pela necessidade de garantir recursos humanos suficientes

 que vai transmitir 

 ministra da Saúde, Ana Paula Martins, na reunião desta sexta-feira.

Para Joana Bordalo e Sá não adianta ter um direção executiva no Serviço Nacional de Saúde se não existem os profissionais de saúde necessários.

 A dirigente considera que "a direção executiva revelou ser pouco funcional e com poderes a mais, apresentado decisões que foram catastróficas, como a desestruturação dos serviços maternoinfantis.

Por sua vez, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Nuno Rodrigues, considera que a saída de Fernando Araújo "

pode criar instabilidade para os médicos face à reforma que está em curso".

eventualmente as Unidades Locais de Saúde (ULS) podem vir a acabar".  "Mas do nosso ponto de vista não podemos dar-nos ao luxo de fazer tábua rasa daquilo que existe. As unidades locais de saúde devem ser avaliadas", acrescentou.

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