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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Morre após ser operada

Esperança foi internada para tratar hérnia. Acabou por morrer.

14 de novembro de 2015 às 14:04

"Estamos indignados. Queremos saber o que aconteceu. Só isso. Que alguém nos conte o que sucedeu." A revolta é de Bruno Silva, que viu a mãe sair de casa, em Silvares S. Martinho, Fafe, na manhã de sexta-feira, dia 6, para ser operada a uma hérnia. Acabou por morrer à tarde.

Volvidos sete dias, ainda ninguém do Hospital de Felgueiras, onde foi feita a operação que custa três mil euros, contactou a família de Esperança Silva, de 57 anos. A família exige explicações.

"A operação era às 11h00 e só às 15h30 disseram à minha tia que tinha corrido mal e que ia ser transferida para Guimarães. Duas horas depois, na urgência, foram dois guardas e um bombeiro que disseram à minha tia que a minha mãe tinha morrido. É a única coisa que sabemos", relata Bruno Silva. "Ninguém nos diz nada. Não sabemos o que correu mal, quando correu mal, em que local morreu. São muitas perguntas sem respostas", explicou o filho da vítima.

O Correio da Manhã tentou, sem sucesso, ao longo de quinta-feira, falar com algum responsável do Hospital de Felgueiras.

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