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Artigo exclusivo

Projetos de venda online e de roupa em segunda mão aumentam em Portugal durante pandemia

Há quem procure projetos de venda de vestuário na internet para orientar as finanças e pagar estudos.

29 de março de 2021 às 01:30

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Telma Santos, uma das fundadoras do projeto areCloset
Telma Santos, uma das fundadoras do projeto areCloset
Ana Gomes é outra das sócias do areCloset
Ana Gomes é outra das sócias do areCloset
Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, União Europeia, economia, negócios e finanças
Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, União Europeia, economia, negócios e finanças Getty Images
compras, vestuário, roupa
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Aos 48 anos, teve de “recomeçar a vida do zero”. Foi obrigada a declarar falência da sua empresa em 2018 e, dois anos depois, o filho entrou para a faculdade. Para lhe pagar os estudos, procurou a Retry, “colocou grande parte das suas roupas à venda” e, agora, já foram quase todas vendidas. Aos 74 anos e com uma vida repleta, na qual “teve o privilégio de viajar muito”, decidiu procurar o mesmo projeto para entregar algumas recordações desses passeios nas mão de alguém que continue as suas histórias. Duas mulheres, com objetivos diferentes, que se cruzaram no mercado de artigos em segunda mão.

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