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"Só depois da morte é que consegui parar": Joana Proença cuidou do companheiro com tumor cerebral até ao fim

Aos 29 anos, Joana já perdera o pai e o companheiro recebeu o diagnóstico de tumor cerebral sem cura. Sozinha, com uma filha, conseguiu superar-se.

26 de abril de 2026 às 01:30
'Só depois da morte é que consegui parar': Joana Proença cuidou do companheiro com tumor cerebral até ao fim

“Não parei um único dia, não podia. Tenho uma filha para criar”, conta Joana Proença. Tinha 29 anos quando a vida lhe voltou a fugir do controlo. Pouco antes conhecera a dor – a morte do pai, vítima de leucemia – mas nada a preparou para o que viria a seguir. Cuidar do companheiro, com um tumor cerebral sem cura, enquanto criava a filha recém-nascida e continuava à frente da Associação ‘Refúgio do Né’, em Viseu, com cerca de 50 crianças com necessidades especiais. 

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