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Taxa de três euros para visitar as Berlengas gera inúmeras queixas

Operadores marítimo-turísticos criticam burocracia. São três euros por dia e por pessoa, a somar ao custo da viagem.

04 de junho de 2022 às 10:20

Os operadores marítimo-turísticos estão a ser inundados de queixas de clientes por causa da nova taxa diária de três euros para visitar a Reserva Natural da Berlenga, Peniche, a acrescer ao custo da viagem, e pela burocracia no registo numa plataforma eletrónica criada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

As alterações introduzidas a 1 de junho vêm no seguimento da portaria que fixou o limite máximo de 550 pessoas autorizadas a permanecer em simultâneo na área terrestre da ilha, procurando minimizar os efeitos da visitação sobre os habitats e as espécies, passando a ser obrigatória uma licença, a obter na plataforma BerlengasPass.

Renato Rodrigues, da Associação de Operadores Marítimo-Turísticos do Oeste Penichense, diz que o processo é “mais complexo do que comprar uma viagem de avião”. São pedidos “dados pessoais e temos imensas reclamações de clientes que nem sequer conseguem entrar na plataforma”, adianta Joana Completo, da empresa Feeling Berlenga.

Perante as dificuldades, o ICNF pediu aos operadores turísticos para fazerem o registo na plataforma eletrónica, mas Cristina Belo, da empresa Viamar, fez notar que “se demorarmos cinco minutos por pessoa, basta chegar um grupo de dez turistas para se perceber o tempo de espera dos barcos”.

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