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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Testemunhas de peso defendem Salinas

Decorre julgamento de juíza acusada de peculato pelo MP.

13 de outubro de 2015 às 10:10

Joana Salinas, a juíza acusada de crime de peculato pelo Ministério Público, recusou prestar declarações ao CM à saída de mais uma sessão do julgamento no Supremo Tribunal, em Lisboa, na qual foram ouvidas testemunhas de ‘peso’ a seu favor.

Paulo Teixeira de Moura, magistrado do Ministério Público de Matosinhos e Carla Barros de Sousa, procuradora-adjunta do Ministério Público, teceram rasgados elogios às arguidas (é co-arguida Alexandra Novais). "É uma pessoa, em termos profissionais, absolutamente irrepreensível", afirmou Carla Barros de Sousa.

A advogada de defesa, Sandra Ferreira, recusou comentar a sessão e afirmou desconhecer o parecer pedido pelo Tribunal à Ordem dos Advogados de Matosinhos, e que já saiu, sobre as testemunhas que alegaram segredo profissional. O julgamento prossegue esta terça-feira, às 11h00. Serão ouvidas mais seis testemunhas.

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