Tráfego Médio Diário Anual no total da VCI foi de 112,5 mil veículos em 2025, menos em 0,7% aos 113,3 mil registados em 2024.
O número médio de veículos a circular diariamente na Via de Cintura Interna (VCI) diminuiu 1,3% para 130,9 mil em 2025 no Porto, mas em Gaia aumentou 0,2%, para 93,3 mil, segundo cálculos do IMT.
De acordo com cálculos do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) do Tráfego Médio Diário Anual (TMDA) nos troços da Via de Cintura Interna (VCI) no Porto, o troço mais congestionado foi o Freixo Norte - Francos, com 134,3 mil veículos, menos 1,3% que os 136,1 mil registados em 2024, seguido do Francos - Arrábida Norte (120,3 mil, menos 2,0% face aos 122,7 de 2024).
Se incluídos os troços da VCI de Vila Nova de Gaia, o TMDA no total da VCI foi de 112,5 mil veículos em 2025, menos em 0,7% aos 113,3 mil registados em 2024.
De resto, foi em Vila Nova de Gaia que se registou a única subida em 2025, uma tendência que se mantém desde 2023, já que o troço Arrábida Sul - Coimbrões, na autoestrada A1, subiu de 117,7 mil veículos em 2024 para 119,5 mil veículos em 2025.
Já o troço Coimbrões - Freixo Sul, na A44, seguiu a tendência dos troços do Porto, diminuindo 0,2%, de 69,7 mil veículos diários em 2024 para 68,3 mil em 2025.
No total, em Gaia, o TMDA na VCI foi de 93,3 mil veículos em 2025, mais 0,2% que os 93,2 mil registados em 2023.
À Lusa, o IMT refere ainda que "não existem contagens de tráfego nas Pontes da Arrábida e do Freixo, tal como no sublanço da A20, entre Amial (EN12/EN14) e o Regado, pelo que as médias calculadas não contemplam os referidos sublanços".
Os cálculos facultados à Lusa apontam ainda que o tráfego aumentou em todas as vias adjacentes à VCI exceto na Avenida AEP (A28), em que se registou uma diminuição de 3,5% no TMDA, passando de 133,3 mil em 2024 para 128,6 mil em 2025.
Na autestrada A3, entre o acesso à VCI e o nó de Águas Santas registou-se um crescimento de 0,2% do TMDA, de 130,9 mil veículos em 2024 para 131,2 mil em 2025.
Já a Circular Regional Exterior do Porto (CREP/A41) registou, no segmento a norte do rio Douro (Freixieiro - Medas), um aumento de 8,5%, de 29,6 mil veículos por dia para 32,1 mil, mantendo a tendência de crescimento que já se tinha verificado no ano anterior (8,8%).
A sul do Douro (Medas - Espinho), registou-se também um aumento de 7,2%, de 18,7 mil veículos por dia em, 2024 para 20,0 mil em 2025, após um aumento de 9,1% de 2023 para 2024.
No ano passado, fonte oficial do IMT já tinha dito à Lusa que, "para se obter agregações de tráfego, anuais e/ou por autoestrada, será necessário fazer médias ponderadas, uma vez que o número de dias varia consoante os meses do ano e também porque as extensões de cada sublanço são diferentes umas das outras".
Ou seja, não é possível, através dos dados trimestrais disponibilizados pelo IMT no seu 'site', fazer uma média das médias mensais para obter o valor do TMDA.
"As médias anuais de um sublanço obtêm-se através do cálculo das médias diárias mensais, de cada mês, ponderadas com o número de dias de cada mês desse mesmo ano; e as médias dos sublanços de uma mesma autoestrada obtêm-se através do cálculo das médias diárias mensais, de cada sublanço, ponderadas com a extensão de cada sublanço", explicou o IMT à Lusa.
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