Em causa estão pagamentos não urgentes em empresa de imobiliário.
O Tribunal de Contas (TC) detetou que em 2014 a Direção-Geral de Saúde (DGS) era titular de dez contas na CGD e que tinha 4500 ações de uma empresa gestora de participações em sociedades imobiliárias sem justificação. O TC critica a "contabilidade de caixa" da DGS e exige a aplicação dos princípios contabilísticos do Plano Oficial de Contabilidade Pública.CM questionou o diretor-geral da Saúde sobre o pagamento de despesas não urgentes, mas Francisco George remeteu para o comunicado que é omisso sobre essa matéria. O documento refere que só em 2014 a DGS soube das contas, abertas nos anos 80, e que já pediu o seu encerramento e orientações às Finanças.
De acordo com o relatório do TC, a DGS pagou despesas não urgentes, tem de entregar ao Estado toda a receita não identificada e corre o risco de "infração financeira sancionatória" no caso de transferências para fundações sem parecer prévio.
O CM questionou o diretor-geral da Saúde sobre o pagamento de despesas não urgentes, mas Francisco George remeteu para o comunicado que é omisso sobre essa matéria. O documento refere que só em 2014 a DGS soube das contas, abertas nos anos 80, e que já pediu o seu encerramento e orientações às Finanças.
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