Dra. Pimple Popper estreia nova temporada no TLC
Sandra Lee é especialista em diagnosticar e remover misteriosos nódulos e quistos da pele dos seus pacientes.
O CM esteve à conversa com a Dra. Sandra Lee, a dermatologista que é especialista em diagnosticar e remover misteriosos nódulos e quistos da pele dos seus pacientes. O trabalho da especialista americana pode ser acompanhado na série ‘Dr. Pimple Popper’, que se prepara para o início de mais uma temporada (a 9.ª) no canal TLC.
Quais os cuidados necessários para manter uma boa pele?
Um dos cuidados que tenho é lavar a cara sempre de manhã e à noite com um gel de limpeza, foi algo que aprendi ao longo do tempo, que quando era mais nova não fazia.
Acha que a mensagem que o programa transmite é importante para alertar pessoas?
Sim. O programa é visto em todo o mundo, todos os que assistem acabam por se identificar um pouco com os problemas que os meus pacientes têm, claro que não são problemas tão graves, mas todos temos as nossas inseguranças, principalmente com a nossa pele, que acaba por ser o nosso ‘cartão de visita’ e a primeira coisa que as pessoas reparam quando nos veem.
O que podemos esperar desta nova temporada?
A nova temporada vai ser ‘mais e maior’, ou seja, mais problemas e uma dimensão maior do que as anteriores, coisas nunca antes vistas. O que eu faço pode mudar a vida dos meus pacientes, é um pouco o que toda a equipa sente, somos felizes a fazer o nosso trabalho por sentirmos que é espetacular fazer parte de algo tão bom e que pode ajudar tanto alguém.
Qual foi o pior caso que já teve?
Maior parte dos casos são complicados e nunca sabemos o que esperar, nem o que vai acontecer a seguir, os que parecem mais simples, acabam por ser os mais complicados e desafiantes.
Como é que se sente em fazer um trabalho que muitas pessoas acham repulsivo?
A maior parte das pessoas que vão ter comigo na rua dizem que adoravam ter o meu trabalho, por isso acho que o meu trabalho é fantástico. Só não conseguia fazer o meu trabalho se não tivesse luvas, uma máscara e anestesia local. Sem essas três coisas teria de me ‘reformar’, de resto acho fantástico.
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